The greatest scars remain within

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Kamelot's March of Mephisto/The Black Halo based on music tropes

(Source: roy-khans-khack)

A vontade é de mandar para a puta que o pariu. Simples assim.

Marginalzinho burguês adora dar uma de politizado e o diabo a quatro. 
Quando é que vocês vão entender que essas porcarias que fumam,cheiram, bebem não faz bem algum ao corpo e a mente?

Seja pobre, rico, bonito ou feio, não importa, qualquer tipo de droga lícita ou ilícita NÃO FAZ BEM. 

E as pessoas tem todo o direito de se manifestar contra ou a favor da legalização. O que não dá é simplesmente a pessoa tomar partido e te mandar indiretas partindo do pressuposto que você não tem conhecimento algum para falar do assunto. A vontade é de meter um tiro na cara do sujeito mesmo.

Quer se entupir de porcaria, tudo bem, mas não me venha com o argumento de que faz bem a mente e é medicinal. Essa resposta você pode é enfiar no  cu.

#Estressei.

Let’s play ‘Tumblr 20 Questions’. The next 20 questions I get, I’ll answer honestly.

(Source: jazminle, via scarlettjohanssones)

(Source: avatarwinchester, via narnianwitch)

(x)

(Source: chrisevns, via narnianwitch)

(Source: bellemilie, via narnianwitch)

My Confession

Dizem que toda família guarda segredos, não seria diferente aqui. Infelizmente, existem coisas que nem mesmo a rede mais segura, o email mais protegido seria capaz de esconder. Existem coisas que merecem ser faladas e depois esquecidas na memória do ouvinte.

Worlds Collide II

Segundo o dicionário: adj. Que está fora do seu lugar, desajustado. Não é preciso delongas para entender sobre o que, ou melhor dizendo, a maneira como me sinto. Pois então, é assim mesmo: deslocada, fora do lugar, desajustada. Eu fujo, em grande parte, dos esteriótipos de adolescente/jovem, e a julgar pelo andar da carruagem, vou fugir a regra quando for “adulta”. Não sei se é o incessante consumismo ou a criação, o jeito de enraizar os valores, diferenciar o certo do errado, o bom do ruim, mas desde que me dou por ser humano, eu nunca pertenci efetivamente a algum círculo de amizades ou era o centro das atenções. A começar pela infância: quem levava as broncas, os castigos quando os outros faziam besteira? EU. Quem desde o início foi rotulada de ruim, raivosa, nervosa, apática? EU. Imaginem só quem era a revoltada no pré, primário, colégio, ginásio, ensino médio? A resposta não precisava ser mais óbvia: EU. Parece narcisismo ou egocentrismo da minha parte ficar falando do EU, da minha pessoa o tempo todo, mas não é, garanto que não. Apenas afirmo que a história deve ser vista dos dois lados. Devido a um acontecimento, cheguei a conclusão de que realmente é um fator negativo ficar problematizando as situações do dia a dia, como se eu fosse simplesmente a única a sofrer com as consequências, ou, especificamente: ser deslocada dos grupos, sejam eles de qualquer espécie. Tudo bem, está certo, talvez o fato de que eu sempre encaro as situações com um fundo de pessimismo não ajuda, porém, quando alguém julga, é preciso muito mais do que conviver três horas por dia comigo. Uma breve definição pessoal de como EU sou e me vejo perante os outros: 

Eu tenho a necessidade de expor a minha opinião de maneira que nem sempre ela agrada aos outros.

O meu tom de voz, apesar de extremamente imperativo e firme, não deveria ser encarado como represália ou grosseria, como geralmente é.

Eu não me sinto confortável falando da minha vida privada/íntima com pessoas que mal conheço, muito menos aceitarei conselhos delas. Não é teimosia, apenas questão de princípios.

Seria realmente muito útil se os outros parassem de me julgar pela maneira como me visto, pelas coisas que escuto e até mesmo assisto. Mas, para alguns, a ignorância, eu realmente acredito que seja uma benção.

Não é porque meu cérebro tem uma boa parcela de racionalidade e frieza nas decisões que vocês precisam ou devem ignorar o fato de que eu AINDA (e pretendo continuar) sou uma garota. Sabe aquela bajulação e “frescurice” dos filmes da Disney? Pois é, eu gosto, só não espalho para os quatro cantos como se fosse uma desmiolada.

E aliás, eu posso sim ser toda “menininha delicada” e gostar de piadas com fundo de humor negro. Acostumem-se com isso.

O próximo item, ah, o próximo item é o meu favorito: por que diabos eu tenho que parecer “palhaça” e reduzir o meu nível de inteligência para simplesmente agradar os outros para que se sintam mais confortáveis e eu pareça acessível? Não faz SENTIDO ALGUM. Não existem gênios do Q.I.

Eu confesso que acabei me desviando um pouco do que propus como características, mas, vai saber se alguém realmente irá ler, caso contrário, será apenas problema meu para arrumar a “concordância”.

Eu estou cansada, cansada de pensar sobre o passado, da mágoa, da raiva, da ânsia por vingança, porque é essa a verdade. Todos aqueles que me fizeram de tapete, todos os que me usaram, tiraram proveito dessa ou daquela qualidade, facilidade. Eu queria tanto que eles pudessem passar pela mesma dor que eu passei. 

Eu realmente desejei, desejo, desejava.. que eles sentissem seus corações partidos, sendo consumidos pela dor, decepção, negação. 

Mas em alguns momentos, eu apenas quero que essa vontade vá embora e que a vida, por mais clichê que soe, ensine, da melhor ou pior maneira possível que existem consequências quando você brinca com a mente e os sentimentos de alguém.

Como já não bastasse eu ter esse complexo de aceitação, é muito pior do que qualquer montanha russa já criada. 

Às vezes eu tremo como uma criança pequena
Que encara a manhã com um sorriso quebrado
Às vezes eu me despedaço Quando as sombras se expandem
Às vezes eu sinto que poderia governar o mundo

É essa inconstância de sentimentos, muitas incertezas, várias lembranças negativas, que, sem muita explicação, mudam, e você encara o mundo com outra perspectiva, como se houvesse salvação.

É isso que me mata por dentro, essa montanha russa de sentimentos.

De num dia acordar bem, certa de que tudo tem uma saída e terminará bem, e, no momento seguinte, parece que tudo desmorona.

Eu não posso com isso. A maioria das pessoas consegue, de um jeito ou outro. Mas eu não. Eu queria, eu tentei, eu tento, mas apenas a idéia de que algum dia eu posso voltar para casa e o tempo terá escorrido pelos meus dedos.

Eu não posso consertar os erros dos outros. Eu não tenho culpa, apesar de que é uma das poucas coisas que sempre me acompanha, essa mald-, essa sensação. Se alguém tem consciência dela, sabe que é o pior sentimento em todo universo.

Worlds Collide

Para a tristeza de muitos, ou poucos, pois é mera questão de perspectiva, eu tenho a necessidade de desabafar. Algo simples, que não precisa de muitos requisitos para ser obtido, basta um par de ouvidos, ou neste caso, um par de olhos que apenas passem através das palavras, levando em consideração ou não, entretanto, o singelo ato de parar e gastar alguns segundos se for breve, minutos se tiver paciência, horas para acompanhar com atenção. Eu geralmente exponho os meus sentimentos, queira eu ou não, de maneira muito agressiva, rude, apática. Com certeza não seria a primeira pessoa na lista de alguém como a mais “querida”; se pensar bem, eu odeio esse termo.. o tal de querida. Da mesma maneira como eu não quero que todos entendam a minha situação por estar escrevendo na minha língua-mãe, outros podem se sentir à vontade para pular esse desabafo. Não faço e nem farei questão de ser auto-piedosa somente para que alguém venha e me dê um tapinha nas costas e diga que vai ficar tudo bem. E é esse o problema: as coisas não estão bem. Há algum tempo tem sido assim, certas pessoas, em sua grande maioria notariam após um curto espaço de tempo quando as relações vão de mal a pior. Uma breve consideração histórica é o suficiente para que eu me faça entender: em algum momento da vida estudantil houve o momento em que alguém falou da Síndrome de Estocolmo; bom, na sua essência, ela abrange o relacionamento da vítima com o praticante do delito, em geral, a Síndrome de Estocolmo é identificada em casos de sequestro. De qualquer maneira ela se aplica a situação atual. Por que alguém decidiria viver infeliz, degradando cada dia mais ainda que tivesse escolha de mudar? Por que se sujeitar a uma tortura que além de física, é, principalmente, psicológica? Seria uma espécie de satisfação interna? Uma distorção doente devido a várias ocasiões onde não foram atingidas as expectativas? Por que é tão difícil para alguém ver que está sendo subjugado, coagido a estabelecer uma conduta para sí próprio e perante aos outros que em uma circunstância normal jamais seria cogitada? Às vezes, e realmente são poucas, penso que existem tipos de pessoas que vêem na dor, no sofrimento e angústia uma forma para descontar nos outros as infelicidades que tiveram ao longo do caminho. Estão tão intimamente ligadas, mentalmente e fisicamente a condição de subordinação a situações de tristeza que nem mesmo percebem que jamais irão melhorar a não ser que se libertem daqueles que as(os) obrigam a se sujeitar a tal tratamento. É superficial, talvez com muito mais incógnitas do que respostas a dissertação que faço, mas, já diria o ditado popular “Para bom entendedor, meia palavra basta”.

isobelstevenz:

harry potter meme ϟ  ten characters  (4/10) -  ginny weasley

”right,” said ginny, tossing her long red hair out of her face and glaring at ron, “let’s get this straight once and for all. it is none of your business who i go out with or what i do with them.”

(via scarlettjohanssones)